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quinta-feira, 23 de abril de 2015
Professores lotam audiência na Alesp e tumulto em entrada deixa um detido
Professores estaduais em greve entraram em confronto com policiais militares na Assembleia Legislativa de São Paulo, na Zona Sul da capital paulista, na tarde desta quarta-feira (22). Um professor foi detido e conduzido ao 36º Distrito Policial, na Vila Mariana.
GREVE NAS ESCOLAS
Sindicat
A confusão ocorreu quando um grupo forçou a entrada no plenário Juscelino Kubistchek, que já havia atingido o limite máximo de lotação. Policiais tentaram evitar a entrada e houve atrito entre manifestantes e a polícia. Um policial ficou ferido e uma porta de vidro foi quebrada.
Os professores participariam de uma audiência pública intermediada pelo presidente da Assembleia, Fernando Capez (PSDB), e pela bancada do PT para discutir as reivindicações da categoria. Após a confusão, Capez recebeu uma comissão de professores.
Por volta das 19, a presidente da Apeoesp, Maria Izabel, disse que "foi tudo devidamente resolvido." Ela atribuiu o problema à exigência de senha, mas afirmou que a audiência havia sido combinada previamente. A dirigente estima que cerca de 500 professores foram à reunião.
Por volta das 19, a presidente da Apeoesp, Maria Izabel, disse que "foi tudo devidamente resolvido." Ela atribuiu o problema à exigência de senha, mas afirmou que a audiência havia sido combinada previamente. A dirigente estima que cerca de 500 professores foram à reunião.
A audiência, que seria realizada no plenário Franco Montoro, foi transferida para o plenário Juscelino Kubistchek, que é maior. Mesmo assim não foi possível acomodar todos.
Na semana passada, os professores, em greve desde 13 de março, ocuparam durante 24 horas as galerias da Assembleia Legislativa. Eles decidiram deixar o prédio por causa da audiência pública marcada para ocorrer nesta quarta-feira.
Na semana passada, os professores, em greve desde 13 de março, ocuparam durante 24 horas as galerias da Assembleia Legislativa. Eles decidiram deixar o prédio por causa da audiência pública marcada para ocorrer nesta quarta-feira.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Dilma no JN: um país de classe média, com oportunidades para todos
A presidenta Dilma Rousseff concedeu entrevista ao Jornal Nacional nessa segunda-feira (18), ocasião em que falou sobre combate à corrupção, saúde, inclusão social e economia, entre outros assuntos. Quando indagada sobre inflação, em meio a insinuações de possíveis descontroles nos índices, Dilma simplesmente respondeu: “Bonner, não sei de onde são seus dados. A inflação vem caindo desde abril, a inflação caiu a 0%”, explicou pacientemente ao jornalista.
Além disso, mostrou por que acredita em umamelhora efetiva da economia do país nesse segundo semestre, baseando-se em análises econômicas: “tem uma coisa em economia chamada índices antecedentes" - por exemplo, o consumo da energia elétrica, a quantidade de papelão utilizada, etc - que, no caso do Brasil de 2014, indicam que a economia crescerá no segundo semestre.
Dilma ainda lembrou que o Brasil foi o único país a passar pela crise com geração de emprego e renda. "Pela primeira vez, enfrentamos a crise não desempregando, não arrochando salários, não aumentando tributos - pelo contrário, reduzimos, por exemplo, os impostos da cesta básica". Ela reiterou ainda que milhões de cidadãos foram retirados da pobreza e hoje o Brasil tem uma nova classe média: “queremos continuar a ser um país de classe média, com mais oportunidades para todos”.
E como esse é um governo que não se foca apenas em economia, pode também destacar a política pública adotada pelo governo para enfrentar a falta de médicos nos hospitais. Foram 14 mil contratados com o Mais Médicos, que hoje beneficia 50 milhões de pessoas. A presidenta recordou que lançar o programa foi um desafio e que o governo enfrentou grande resistência. Dilma ainda destacou que hoje o objetivo é garantir também o tratamento em especialidades, como cardiologia, por exemplo, além de exames laboratoriais envolvidos.
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